Fundo de apoio

Edital de apoio a projetos encerra as inscrições

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Grande número de propostas recebidas reflete o desejo de escolas e organizações sociais de somarem forças contra o trabalho escravo e o tráfico de pessoas. Resultado da seleção será publicado em abril

As inscrições para o edital da 9ª edição do Fundo de Apoio a Projetos Escravo, nem pensar! encerraram no dia 09 de março, como previa a nota de prorrogação publicada em fevereiro. O edital, amplamente divulgado, recebeu um grande número de propostas. Confira o balanço dessa etapa:

Projetos recebidos: 95

Proponentes: 67 escolas e 26 organizações sociais

Panorama geográfico: 73 municípios de 13 estados do Brasil

Agradecemos a todos os educadores interessados em se engajar no combate e prevenção ao trabalho escravo e ao tráfico de pessoas. Divulgaremos o resultado do processo na primeira semana de abril.


Apoio a projetos

DSCF1880Os projetos selecionados contarão com uma ajuda de custo de até R$ 1.500,00 e terão que desenvolver as atividades educativas entre abril e 23 de outubro de 2015. A equipe do Escravo, nem pensar! selecionará os projetos de acordo com os critérios descritos no edital. Podem participar entidades e indivíduos da sociedade civil que tiverem interesse em desenvolver um projeto na escola em que trabalham, em articulação com outras escolas, ou na comunidade onde atuam. As propostas devem abordar a temática do trabalho escravo e do tráfico de pessoas. Desde 2007, 106 projetos realizados por professores(as) e lideranças na Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Piauí e Tocantins. Conheça os projetos aqui.

 

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EDUCAR PARA LIBERTAR

Publicação reúne resultados de projetos de prevenção ao trabalho escravo

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Projetos desenvolvidos por escolas e entidades sociais mobilizaram 7.150 pessoas em cinco estados brasileiros. Material de sistematização dos projetos está disponível para download

A cada ano, milhares de trabalhadores são aliciados, enganados e acabam sendo vítimas do trabalho escravo contemporâneo nas mais diversas atividades econômicas nas zonas rural e urbana do Brasil. Para enfrentar essa grave violação dos direitos humanos, o programa Escravo, nem pensar! publica, desde 2007, o Fundo de Apoio a Projetos ENP!, responsável por mobilizar e apoiar financeira e pedagogicamente iniciativas comunitárias de prevenção e combate.

enp_capaOs 16 projetos apoiados em 2014 podem ser conhecidos no caderno Experiências Comunitárias de Combate ao Trabalho Escravo e ao Tráfico de Pessoas – 2014. A publicação apresenta o contexto, a proposta de ação e as atividades educativas realizadas por 29 instituições, entre escolas e organizações da sociedade civil, de municípios de cinco estados do país (Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí e Tocantins), onde os registros de trabalho escravo são frequentes. Ao todo, os projetos tiveram 7.150 beneficiários diretos.

Para tornar possível as ações, cada projeto recebeu até R$ 1.500,00, um kit com diversos materiais de apoio e acompanhamento pedagógico mensal da equipe do programa para subsidiar as atividades. Os projetos desenvolveram as ações entre maio e novembro de 2014. Alunos e membros de comunidades rurais elaboraram peças teatrais, panfletagem, pesquisa com moradores, apresentações culturais, caminhadas, palestras abertas, oficinas, além da produção de um extenso conjunto de material didático, como murais informativos, textos, poesias, faixas e desenhos. O Fundo de Apoio a Projetos ENP!  2014 contou com apoio do Ministério Público do Trabalho em Cascavel e em Cáceres e da TAM Linhas Aéreas.

E as campanhas educativas contra o trabalho escravo continuam. As inscrições para a edição 2015 do Fundo de Apoio a Projetos estão abertas. O prazo para envio de propostas é 09 de março.

 

 

 

 

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Fundo de apoio

Edital de apoio a projetos é prorrogado

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O programa Escravo, nem pensar! da ONG Repórter Brasil prorrogou as inscrições para a 9ª edição do Fundo de Apoio a Projetos do Escravo, nem pensar!, responsável pelo financiamento de projetos de prevenção ao tráfico de pessoas para o trabalho escravo. O novo prazo para envio das propostas é dia 09 de março de 2015 (segunda-feira).

DSCF1880Os projetos selecionados contarão com uma ajuda de custo de até R$ 1.500,00 e terão que desenvolver as atividades educativas entre 16 de março e 23 de outubro de 2015. A equipe organizadora do Fundo de Apoio a Projetos do Escravo, nem pensar! selecionará os projetos de acordo com os critérios descritos no edital. Para serem financiados, os projetos selecionados devem cumprir o contrato, executar as atividades propostas e prestar contas ao final.

Podem participar entidades e indivíduos da sociedade civil que tiverem interesse em desenvolver um projeto na escola em que trabalham, em articulação com outras escolas, ou na comunidade onde atuam. As propostas devem abordar a temática do trabalho escravo e do tráfico de pessoas. As propostas devem ser enviadas para [email protected]

Clique aqui para baixar o edital completo com mais informações sobre as inscrições.

Desde 2007, 106 projetos realizados por professores(as) e lideranças na Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Piauí e Tocantins já receberam apoio pedagógico e financeiro para colocar em prática ações de combate ao trabalho escravo e ao tráfico de pessoas. As atividades foram diversificadas e interdisciplinares, desde peças de teatro até grafitagem, passando por programas de rádio, vídeos, palestras, encontros, caminhadas, pesquisas, produção de panfletos e cartilhas, confecção de cartazes e camisetas, oficinas de música, realização de oficinas de artesanato e plantio de hortas comunitárias. Confira aqui os projetos já contemplados.

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Parauapebas (PA) publica resultados da campanha contra o trabalho escravo

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Revista reúne as produções textuais e desenhos sobre o tema do trabalho escravo contemporâneo elaborados pelos alunos da rede de ensino do município paraense

Educação contra o trabalho escravo. Foi com esse lema que a Secretaria Municipal de Educação de Parauapebas, no sudeste do Pará, promoveu, em outubro de 2014, uma campanha educativa nas escolas a respeito dessa prática criminosa. Professores e alunos discutiram o tema em sala de aula, traçaram relações com a realidade local e alertam as comunidades sobre o perigo do aliciamento de trabalhadores.

Os resultados desse projeto municipal estão agora reunidos na revista Trabalho Escravo Contemporâneo – Parauapebas contra essa prática. As escolas produziram materiais didáticos como paródias, histórias em quadrinhos, artigos de opinião e desenhos sobre o assunto. Em 2015, a Secretaria pretende expandir o alcance do projeto e envolver escolas que não participaram do projeto no ano anterior.

“O projeto contribuiu para despertar o senso critico e formação cidadã de crianças, adolescentes e jovens acerca do trabalho escravo contemporâneo, uma prática ilegal e imoral existente no município. Todos de engajaram nas atividades, o que fez com que o projeto ganhasse grande dimensão. Resolvemos registrar as atividades realizadas pelos professores e alunos como reconhecimento pelo trabalho feito e também para estimular novas abordagens sobre o tema.”

Janes Vargem, coordenadora municipal da área de História e responsável pelo projeto.

Formação de gestores

As atividades escolares em Parauapebas são consequência da formação continuada de gestores da Educação realizada pelo Escravo, nem pensar!  em agosto de 2014, em Marabá (PA). Além de Parauapebas, a formação envolve os municípios de Abel Figueiredo, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Itupiranga, Jacundá, Marabá, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, Piçarra, São João do Araguaia e Tucumã.

Em dezembro, aconteceu o primeiro encontro de acompanhamento pedagógico, no qual foram exibidos os resultados parciais das campanhas educativas nos municípios. O segundo e último encontro está previsto para maio deste ano. A formação conta com apoio do Grupo de Articulação Interinstitucional para o Enfrentamento ao Trabalho Escravo no Pará (Gaete), Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e TAM Linhas Aéreas, além da parceria com a Comissão Pastoral da Terra.

 

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Fundo de apoio

Escravo, nem pensar! abre seleção para projetos de prevenção ao trabalho escravo

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O programa Escravo, nem pensar! da ONG Repórter Brasil abriu as inscrições para a 9ª edição do Fundo de Apoio a Projetos do Escravo, nem pensar!, responsável pelo financiamento de projetos de prevenção ao tráfico de pessoas e ao trabalho escravo. O prazo para envio das propostas é dia 27 de fevereiro de 2015.

Clique aqui para baixar o edital completo com mais informações sobre as inscrições.

Alunos participantes do projetoPodem participar entidades e indivíduos da sociedade civil que tiverem interesse em desenvolver um projeto na escola em que trabalham, em articulação com outras escolas, ou na comunidade onde atuam. As propostas devem abordar a temática do trabalho escravo e do tráfico de pessoas.

Os projetos selecionados contarão com uma ajuda de custo de até R$ 1.500,00 e terão que desenvolver as atividades entre 1 de março e 23 de outubro de 2015. A equipe organizadora do Fundo de Apoio a Projetos do Escravo, nem pensar! selecionará os projetos de acordo com os critérios descritos no edital. Para serem financiados, os projetos selecionados devem cumprir o contrato, executar as atividades propostas e prestar contas ao final.

As propostas devem ser enviadas para [email protected]

Desde 2007, 106 projetos realizados por professores(as) e lideranças na Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Piauí e Tocantins já receberam apoio pedagógico e financeiro para colocar em prática ações de combate ao trabalho escravo e ao tráfico de pessoas. As atividades foram diversificadas e interdisciplinares, desde peças de teatro até grafitagem, passando por programas de rádio, vídeos, palestras, encontros, caminhadas, pesquisas, produção de panfletos e cartilhas, confecção de cartazes e camisetas, oficinas de música, realização de oficinas de artesanato e plantio de hortas comunitárias. Confira aqui os projetos já contemplados.

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SEMANA DE COMBATE À ESCRAVIDÃO

20 anos de luta contra o trabalho escravo contemporâneo

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Material ilustrado exibe uma linha do tempo com os principais marcos do enfrentamento ao trabalho escravo no Brasil

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Desde 1995, quando o governo brasileiro reconheceu a existência do trabalho escravo no Brasil, foram libertados mais de 47 mil trabalhadores nessa situação em todo o país. Os casos de trabalho escravo são flagrado em atividades econômicas rurais, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, e na zona urbana, em setores como a construção civil e a confecção têxtil.

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Nesses 20 anos, o combate ao trabalho escravo foi estruturado, progrediu, gerou diferentes resultados e descortinou novas facetas da problemática. Para compartilhar essa história, o programa Escravo, nem pensar! , da Repórter Brasil, e o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (SINAIT) publicam o fascículo ilustrado Trabalho Escravo Contemporâneo – 20 anos de combate (1995 – 2015) que sistematiza os principais marcos dessa trajetória numa linha do tempo.

Desafios

O Brasil avançou muito no combate a essa grave violação dos direitos humanos. Mas ainda há muito a se fazer. E 2015 inicia com grandes desafios à frente. A “Lista Suja”, até então disponível ao acesso público, foi suspensa no final de 2014 pelo Superior Tribunal Federal, que acatou uma ação da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Elogiada como exemplo internacional, a legislação brasileira pode amargar um retrocesso, pois projetos no Congresso Nacional pretendem reduzir o conceito atual de trabalho escravo, abrindo portas para a persistência dessa prática criminosa.

Baixar o fascículo

 

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Download

Retrospectiva: Publicações ENP! em 2014

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Em 2014, o Escravo nem pensar! completou 10 anos de combate ao trabalho escravo contemporâneo. Para fortalecer e ampliar ainda mais a difusão de informações sobre a ocorrência dessa grave violação dos direitos humanos no Brasil, o programa lançou um amplo e diversificado conjunto de publicações e materiais didáticos.

Que tal relembrar essas novidades? Todas publicações estão disponíveis para download, é só clicar no link ou na imagem de capa.

Em 2015 teremos mais novidades!

Boa leitura!

Publicações especiais

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metodolo

Audiovisual

Jogo digital

 

Cadernos temáticos

capa_meia_infancia


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FASCÍCULO TEMÁTICOS

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capa_fasciculo_const_civil

 

Capa Fascículo Ciclo

 

Para conhecer e baixar a relação completa de todas publicações ENP!, clique aqui.

 

 

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Formação

Escravo, nem pensar! reúne gestores da educação em Marabá (PA)

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Objetivo é fortalecer campanhas preventivas sobre trabalho escravo no sul e sudeste do Pará, região com grande número de casos registrados

Nos dias 01 e 02 de dezembro, o programa Escravo, nem pensar! retornou ao município de Marabá para realizar o segundo módulo da formação sobre trabalho escravo para representantes de Secretarias Municipais de Educação de municípios do sul e sudoeste do Pará. O primeiro módulo aconteceu em agosto.

O intuito do segundo encontro foi acompanhar o resultado parcial dos projetos pedagógicos sobre trabalho escravo. Os representantes dos municípios de Itupiranga, Jacundá, Marabá, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, São João do Araguaia e Tucumã apresentaram as atividades, exibiram produções dos alunos e traçaram planos para ampliar a escala das ações pedagógicas no próximo ano. Ao todo, os projetos realizados envolveram 20 escolas e 6.000 alunos.

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O encontro também serviu para reforçar os conhecimentos conceituais. Por isso, os participantes tiraram dúvidas sobre as ações de repressão ao trabalho escravo com o juiz Dr. Jônatas Andrade, da 2ª Vara do Trabalho da 8ª Região, e com Geuza Morgado, agente da Comissão Pastoral da Terra de Marabá (CPT). Para diversificar os materiais de referências das escolas, foram entregues o fascículo As condições de trabalho na construção civil e o jogo de tabuleiro Escravo, nem pensar!.

A formação continuada é apoiada pelo Grupo de Articulação Interinstitucional de Enfrentamento ao Trabalho Escravo no Sul e Sudeste do Pará (Gaete), composto pela Justiça do Trabalho, Ministério Público do Trabalho e outras entidades ligadas ao combate ao trabalho escravo. Em 2015, haverá um novo encontro para sistematizar os resultados totais da formação.

 

 

 

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ENP! NA TELA

Você sabe o que é trabalho escravo contemporâneo?

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Entre 1995 e 2013, mais de 47 mil trabalhadores foram resgatados do trabalho escravo em todos os estados brasileiros. Esse crime está presente em atividades como a construção civil, indústria têxtil, produção do carvão, cultivos agrícolas da cana-de-açúcar e soja, além de outros segmentos econômicos.

Muita gente pensa que esse tipo de exploração ainda força pessoas a trabalhar presas a correntes. Não se trata disso. Contudo, a escravidão contemporânea não é menos grave do que aquela do passado, pois a liberdade e a dignidade das vítimas continuam sendo sistematicamente violadas devido às condições desumanas a que são submetidos.

Para entender mais sobre esse fenômeno presente na nossa realidade, assista à animação Ciclo do Trabalho Escravo, do programa Escravo, nem pensar!. O vídeo inaugura a série #ENP! na tela.

*O material, produzido pela Gráfico y Simples, contou com apoio da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e do Ministério Público do Trabalho.

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ENCONTROS PEDAGÓGICOS

Escravo, nem pensar! realiza encontros de monitoramento pedagógico no Piauí e Maranhão

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As ações fazem parte da formação continuada sobre trabalho escravo e tráfico de pessoas

Nos dias 21, 23 e 25 de outubro, o programa Escravo, nem pensar! retornou aos municípios de Oeiras (PI), Picos (PI) e Codó (MA), respectivamente, para dar continuidade ao processo formativo dos professores das redes municipais e estaduais sobre trabalho escravo e tráfico de pessoas. Nesses municípios, é frequente a saída de trabalhadores para exercer atividades laborais nas lavouras de cana-de-açúcar e na construção civil em São Paulo.

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O intuito dos encontros é discutir, fomentar e socializar formas de abordagens em sala de aula, debater as dificuldades enfrentadas pelas escolas para inserção do tema nos conteúdos escolares, realizar novas atividades pedagógicas com os participantes e distribuir as mais recentes publicações didáticas do programa.

No Maranhão, os participantes compartilharam os resultados das atividades sobre o trabalho escravo. O educador Thiago Casteli prestigiou a culminância dos projetos de três escolas: Escola Municipal Renato Archer, Escola Municipal Sarney Filho e Centro de Ensino Luzenir Matta Roma. No Piauí, é a primeira vez que o programa retorna após as formações realizadas no final do primeiro semestre deste ano. O objetivo é que escolas e comunidades divulguem a existência do trabalho escravo e os perigos do aliciamento. A educadora Marina Falcão visitou o Ginásio Estadual Dr. José Gusmão e conversou com os alunos sobre o tema.

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O ENP! fará o segundo encontro pedagógico no Piauí no primeiro semestre de 2015. Em Codó, não haverá mais atividades presenciais. A Secretaria Municipal de Educação pretende inserir o tema na proposta pedagógica das escolas da rede a partir do ano que vem.

As atividades foram apoiadas pela Catholic Relief Services (CRS) e Ministério Público do Trabalho.

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