Profissionais da Assistência Social do Rio de Janeiro (RJ)

O projeto é voltado à formação de profissionais da Assistência Social do município do Rio de Janeiro sobre os temas do direito à migração, do trabalho escravo e do tráfico de pessoas. A ação é tem como público-alvo servidores das dez CASDH (Coordenadoria de Assistência Social e Direitos Humanos) e dos 14 CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) do município, além de servidores dos 22 Cras (Centro de Referência de Assistência Social) dos territórios de Bonsucesso (4ª CASDH), Jacarepaguá (7ª CASDH), Bangu (8ª CASDH) e Santa Cruz (10ª CASDH). Os representantes formados serão responsáveis por multiplicar os conteúdos abordados para as suas unidades. O projeto será dividido em cinco encontros presenciais, a ser realizados entre os meses de março e outubro de 2018. A iniciativa conta com a parceria da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro (SMASDH-RJ) e o apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Trabalho escravo no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro figura na 9ª posição no ranking nacional do trabalho escravo, com 2.104 trabalhadores libertados entre 1995 e 2018. No estado, o crime está historicamente ligado a atividades rurais, como cana-de-açúcar e pecuária. No entanto, recentemente têm crescido de maneira expressiva o número de casos no meio urbano, em especial em comércios e serviços e na construção civil.