Escravo, nem pensar! recebe Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos 2012

Programa de educação da Repórter Brasil fica em 2º lugar na categoria que premiou iniciativas da sociedade civil

Premiação contemplou dez projetos de oito estados. Escravo, nem pensar! foi o representante de São Paulo

Escravo, nem pensar!, programa de educação da ONG Repórter Brasil, foi um dos finalistas do Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos 2012, concedido pelo Ministério da Educação, em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Fundação SM e Organização dos Estados Iberoamericanos.

O programa alcançou o segundo lugar na categoria “A sociedade na educação em direitos humanos”, que premiou iniciativas da sociedade civil. Ao todo, foram mais de 200 projetos inscritos para as quatro categorias do prêmio (Veja abaixo os prermiados)

Prêmio é reconhecimento das ações educativas que o programas desenvolve desde 2004

A cerimônia de premiação aconteceu em Brasília (DF), no último dia 17, no Ministério da Educação e contou com a participação dos ministros Aloizio Mercadante (Educação) e Maria do Rosário Nunes(Direitos Humanos).

“Com esse prêmio, o Estado reitera a sua postura em defesa dos direitos humanos e reconhece a importância das ações de prevenção por meio da educação para o enfrentamento do trabalho escravo”, avalia Natália Suzuki, coordenadora do programa Escravo, nem pensar!.

Em 2012, a Repórter Brasil também recebeu menção honrosa pelos trabalhos desenvolvidos pelo Escravo, nem pensar! e pela Agência de Notícias por parte da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra).

Premiados

Categoria 1: As Secretarias de Educação na Construção da Educação em Direitos Humanos
1º lugar: Secretaria de Educação do município de Campina Grande (Campina Grande/PB)
Projeto A educação em direitos humanos é garantir a discussão da educação étnico-racial e indígena nas escolas municipais

2º lugar: Secretaria de Educação do município de Patos (Patos/PB)
Projeto Direitos humanos é direito de todos

Categoria 2: A Educação em Direitos Humanos na Escola
– Escolas públicas
1º lugar: EEFM Deputado Joaquim de Figueiredo Correia (Iracema/CE)
Projeto Palavra jovem: a voz da cidadania

2º lugar: Fundação Educacional de Macaé (Macaé/RJ)
Projeto Estudos em Direitos Humanos

– Escola Privada
1º lugar: Colégio Santa Catarina (Novo Hamburgo/RS)
Projeto Gisa – Grupo de Intervenção Social

Categoria 3: A Formação, a Pesquisa e a Extensão Universitária em Educação em Direitos Humanos
1º lugar: Universidade Federal do Paraná (Curitiba/PR)
Projeto UFPR unindo talentos no sistema penal do Paraná à luz da educação em direitos humanos e da cultura da paz

2º lugar: Universidade Rural de Pernambuco (Recife/PE)
Projeto: Sustenta Caatinga: justiça e responsabilidade socioambientais na construção da cidadania no semiárido

Categoria 4: A Sociedade na Educação em Direitos Humanos
1º lugar: Associação de Advogados dos Trabalhadores Rurais do Estado da Bahia (Salvador/BA)
Projeto Juristas leigos: vinte anos de educação jurídica popular

2º lugar: Repórter Brasil (São Paulo/SP)
Projeto Escravo, nem pensar!

Menção honrosa
ONG Memorial das Ligas Camponesas
Projeto O memorial das Ligas Camponesas (Sapé/PB)