Lançamento: dezembro de 2017

O debate sobre o tema do trabalho escravo não é fundamental no ambiente escolar somente para alertar crianças e jovens, ou seja, os futuros trabalhadores, sobre os riscos do trabalho escravo. A temática suscita reflexões críticas a respeito de questões sociais contemporâneas, como direitos trabalhistas e fluxos migratórios atuais por meio dos processos de aprendizagem. A abordagem do trabalho escravo pode ser feita a partir da sua inclusão no currículo escolar.

O programa Escravo, nem pensar! apresenta, no vídeo “Trabalho escravo no currículo escolar”, a experiência da inserção do tema do trabalho escravo no conteúdo programático em escolas do município de Campinas. Os educadores problematizam o desafio de tratar temas relevantes com seus alunos, mas que não estão previamente previstos no currículo. Contudo, apontam a urgência de lidar com essas questões e a pertinência de contextualizá-las em seus conteúdos, como forma de atualizar as suas aulas e atender a “missão” de formar cidadãos. Essas escolas participaram de um projeto formativo realizado pelo programa, em parceria com a Diretoria de Ensino Campinas Oeste, entre agosto de 2016 e junho de 2017. A ação mobilizou 1.325 professores e 18.304 alunos de 42 escolas estaduais, além de 1.455 pessoas da comunidade, totalizando 21.084 pessoas engajadas na prevenção ao trabalho escravo.

Tags:

Deixe uma resposta

  • (não será publicado)