Projetos comunitários

As atividades do projeto se concentraram nas aulas da disciplina de Sociologia mas também foram desenvolvidas pelas professoras de Artes, Português e Biologia. O contato com os temas ocorreu por meio do estudo dos materiais do Escravo, nem pensar!, pesquisas e discussões em sala de aula. A partir disso, os alunos produziram banners, cartazes e peças teatrais para serem expostos na culminância. Para contribuir com a discussão, a coordenadora do Núcleo de Tráfico de Pessoas ministrou uma palestra na escola.

Noite no Teatro

O evento de encerramento do projeto ocorreu no Teatro Municipal, no centro da cidade, e contou com a presença de alunos de várias séries, coordenação pedagógica e pais. Aberta pela palestra de uma procuradora do MPT, a noite foi seguida com a apresentação de músicas, vídeos e peças teatrais produzidos pelos alunos.

Depoimento

Trabalhar esse projeto com os meus alunos foi relevante para que eles conhecessem os perigos do tráfico de seres humanos, tornando-os multiplicadores dessas informações e levando outras pessoas da escola a conhecerem as diversas formas de enfrentamento dessa prática.

Diego Rodrigo Pereira, professor e responsável pelo projeto

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