Projetos comunitários

Para combater o aliciamento de jovens do município para o trabalho escravo em fazendas da região, a escola desenvolveu atividades que informaram os estudantes e a comunidade sobre a incidência de tal crime. Turmas de Ensino Fundamental e de Educação de Jovens e Adultos (EJA) estudaram as causas do trabalho escravo e refletiram sobre possíveis formas de combater o problema.

A escola promoveu duas palestras. A primeira aconteceu com os procuradores do Ministério Público do Trabalho em Alta Floresta. Nela, os participantes puderam esclarecer dúvidas sobre direitos trabalhistas e trabalho escravo. A outra palestra foi ministrada por um médico do trabalho para alertar sobre as doenças que podem ser desenvolvidas pelos trabalhadores quando são submetidos a longas jornadas, grande esforço físico e alimentação inadequada.

Além das palestras, foram realizadas oficinas de pintura em tecido e crochê. As oficinas reuniram mulheres de várias regiões do município – houve ampla divulgação em TV e rádios locais. Além de saírem informadas sobre a existência do trabalho escravo, muitas participantes passaram a confeccionar guardanapos para vender, contribuindo para aumentar a renda da casa.

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