Formações e oficinas

A formação contou com a participação ativa dos professores nas atividades propostas. Temáticas como migração, questão agrária, direitos humanos, entre outras, foram trabalhadas tendo como base a realidade local e o conhecimento prévio dos participantes. A Comissão Patoral da Terra esteve presente na figura de Sirlei Carneiro da Silva, que contribuiu com valiosas informações sobre as formas de denunciar e combater o trabalho escravo. As atividades culturais, realizadas no encerramento, foram um ponto alto da formação. Os participantes colocaram em prática suas habilidades artísticas para mostrar a compreensão das temáticas trabalhadas e o compromisso na prevenção ao trabalho escravo.

Em junho de 2013, a equipe retornou ao município para realizar o primeiro encontro de monitoramento. Participaram do encontro professores de seis escolas da cidade e seis escolas do campo. Todos afirmaram ter conseguido inserir a temática do trabalho escravo na abordagem em sala de aula, nas mais diversas disciplinas, principalmente da área de Humanas. Relataram, ainda, o interesse dos alunos em trabalhar o tema. Dentre os projetos realizados, destaca-se o da escola Pacajá, pela mobilização de toda a escola em torno do tema, envolvendo também a comunidade em uma passeata contra o trabalho escravo, realizada na culminância. Os relatos sobre esse e outros projetos, realizados na Escola Municipal Julia Gonçalves Passarinho e na Escola Municipal Maria Florismar, motivaram os demais presentes a desenvolverem atividades interdisciplinares em suas escolas. Os professores destacaram a importância desse momento de troca para seus trabalhos pedagógicos.

A equipe do Escravo, nem pensar! retornará mais uma vez para acompanhar as ações escolares, realizar novas atividades pedagógicas e distribuir materiais didáticos.

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