Projetos comunitários

As atividades do projeto envolveram os professores de todas as disciplinas da escola. Usando os materiais didáticos fornecidos pelo Escravo, nem pensar!, eles promoveram atividades em sala de aula com os alunos do sexto ao nono ano do Ensino Fundamental abordando temas como questão agrária, trabalho escravo e trabalho infantil e organizaram uma gincana de pais e alunos com o tema do tráfico humano. A partir disso, foram produzidos cartazes, cordéis e apresentações de dança e teatro. Para contribuir com o debate, a organização não-governamental Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos (CDVDH) realizou três palestras na escola.

Conversa com a comunidade

Os alunos fizeram entrevistas na comunidade e colheram depoimentos de pessoas que passaram por situações de trabalho escravo. Os relatos foram gravados e exibidos como videoclipes junto às apresentações artísticas no dia reservado à apresentação de outras atividades do projeto.

Depoimento

Todos os professores gostaram muito de trabalhar a temática com os alunos, pois ainda são muitos os casos de exploração do trabalho escravo, além do aliciamento de crianças e adolescentes para o mercado do sexo. Só tenho a agradecer à ONG Repórter Brasil por proporcionar projetos como esse, que conscientizam e despertam o olhar para o combate de problemas sociais tão importantes.

Lidia Maria Monteiro, vice-diretora da escola e responsável pelo projeto

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