Projetos comunitários

Os professores envolvidos no projeto usaram materiais do Escravo, nem pensar! e do Ministério Público do Trabalho (MPT) para discutir o trabalho escravo contemporâneo em suas aulas. Os alunos produziram cartazes e redações sobre o tema. Para aprofundar os debates, representantes do MPT e da CPT e uma professora fizeram palestras sobre tráfico de pessoas e trabalho escravo com foco no contexto particular do Tocantins.

Noite de paródias

Em novembro, a escola recebeu pais, alunos, professores e a comunidade para uma noite de fechamento do projeto. Os alunos apresentaram paródias musicais sobre o trabalho escravo e foram avaliados e premiados por professores e agentes da CPT de Araguaína (TO). O festival contou também com a participação de professores, que expuseram vídeos e canções sobre o tema.

Depoimento

Quando começamos nosso trabalho, os jovens acreditavam que a escravidão era algo que tinha ocorrido no passado, com os negros africanos, e que não existia mais. Ao longo do projeto, tomaram conhecimento da escravidão contemporânea e se conscientizaram acerca dessa realidade problemática. Tanto os alunos quanto a equipe pedagógica se envolveram muito.

Andrea Siqueira, professora e responsável pelo projeto

 

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