Projetos comunitários

Na primeira etapa do projeto os alunos foram divididos em núcleos de pesquisa, separados por temas como “conceito legal de trabalho escravo” e “reforma agrária”. No total, foram dois meses dedicados à pesquisa, nos quais os alunos recorreram à CPT e entrevistaram o promotor da Vara do Trabalho de Xinguara. Depois, os estudantes sistematizaram aquilo que haviam pesquisado e fizeram uma apresentação em sala de aula desse material.

A ideia para divulgar o resultado desse trabalho foi a de grafitar os muros da escola com imagens e palavras que remetessem ao tema. Primeiro, os alunos fizeram um esboço da pintura e depois iniciaram o grafite definitivo. Ao final a pintura do muro foi bastante elogiada e teve bastante repercussão no município.

Além disso, foram publicados 1000 exemplares da cartilha informativa “Não dá para fechar os olhos: o trabalho escravo existe mesmo!”. Utilizando linguagem jovem e em formato de um diálogo ilustrado entre os alunos, ela explicava o que é o trabalho escravo e orientava sobre os cuidados para não cair nessa situação.

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