Projetos comunitários

A equipe responsável pelo projeto realizou oficinas de formação com os professores tendo como ponto de partida imagens, músicas, poesias e vídeos produzidos pelo Escravo, nem pensar!. Em suas aulas, debateram com os alunos diferentes situações de trabalho escravo, orientaram a produção de textos e desenhos e organizaram um desfile cívico com faixas e cartazes. Ao longo do processo, os alunos criaram e ensaiaram peças de teatro, danças, paródias e poesias sobre o tema e as apresentaram para a escola e a comunidade no dia da culminância.

Por dentro da cultura afro-matogrossense

O tema do trabalho escravo foi desenvolvido paralelamente ao estudo da história e cultura dos povos africanos que fizeram parte da formação do estado. Para isso, os alunos debateram sobre as diferenças e semelhanças entre a escravidão colonial e contemporânea, pesquisaram sobre a vida nos quilombos, estudaram as manifestações da africanidade na cultura, língua e religião e escreveram livros de receitas típicas da culinária afro-matogrossense.

Depoimento

A experiência foi interessante porque, além de aproveitarmos os materiais, as discussões e os textos para as atividades pedagógicas, também trabalhamos questões que fazem parte do dia a dia dos alunos e da comunidade. Já havíamos abordado a consciência negra e a escravidão e, agora, o tema do trabalho escravo acrescentou outros elementos e deu um novo foco às atividades.

 
Darci Alves de Souza Moura, coordenadora pedagógica e responsável pelo projeto

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