Formações e oficinas

Foram realizados encontros de acompanhamento em agosto de 2006 e em março e novembro de 2007. As escolas realizaram feiras culturais abertas à comunidade no Dia da Consciência Negra. Estudantes participaram de apresentações de teatro, músicas, poesia, painéis, cartazes, pesquisa no bairro e entrevistas com trabalhadores libertados. As creches Professor Pardal, Criança Feliz, Doce Infância e Pequeno Polegar adaptaram o tema do trabalho escravo contemporâneo ao universo das fábulas infantis e organizaram com as turmas peças de teatro.

Em 2007, foi publicada a cartilha Trabalho escravo hoje no Brasil, que agrega trabalhos de alunos premiados no concurso municipal.

Em 2010, ocorreu uma nova formação para professores e professoras. O primeiro encontro de acompanhamento foi realizado em novembro de 2011. As três escolas que tiveram projeto financiado pelo programa compartilharam os resultados e materiais didáticos produzidos no primeiro encontro de monitoramento. Todos ficaram orgulhosos das realizações e confirmaram que o tema ganhou destaque nas comunidades. Após o encontro, foi feita uma visita à Escola Municipal Ciranda Cirandinha, onde a equipe pode conferir os belos materiais criados.

Em agosto de 2012, foi realizada a segunda visita de acompanhamento, em que se discutiu os impactos sociais e ambientais da produção pecuária, atividade econômica mais importante do município. Além disso, participantes compartilharam como tem se dado a abordagem da temática do trabalho escravo em sala de aula. Após o encontro, a escola Professora Clementina Natal recebeu a visita do programa.

A equipe do Escravo, nem pensar! retornará mais uma vez para acompanhar as ações escolares, realizar novas atividades pedagógicas e distribuir materiais didáticos.

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