Formações e oficinas

A formação, realizada em maio de 2012, foi uma experiência muito rica. Os professores demonstraram grande sintonia com a pauta dos direitos humanos, que está presente inclusive nas escolas municipais por meio da disciplina “Noções de Direitos Humanos”. As discussões sobre a ocupação recente da Amazônia e sobre a luta pela terra também foram marcante. A participação de representantes da Comissão Pastoral da Terra, da Justiça do Trabalho em Marabá e de professores de Xinguara enriqueceram a formação.

Em novembro de 2012, os professores foram reunidos no primeiro encontro de monitoramento. O objetivo foi compartilhar as atividades sobre trabalho escravo realizadas nas escolas. O Fundo de Apoio a Projetos do “Escravo, nem Pensar!”  contemplou três projetos em Rio Maria e um em Sapucaia, no acampamento João Canuto, mobilizando praticamente toda a rede de ensino municipal em torno do tema. Os professores relataram abordagens nas aulas de História, Geografia, Artes, Português, Estudos Amazônicos, Noções em Direitos Humanos, Matemática e Ciências. As produções didáticas dos alunos envolveram cartazes, gráficos, poemas, textos dissertativos, paródias e teatro. Eles também participaram de rodas de conversas, debates e entrevistas. Como resultado, duas escolas inseriram o tema em seus Projetos Político-Pedagógicos.

A equipe do Escravo, nem pensar! retornará mais uma vez para acompanhar as ações no município e realizar novas atividades pedagógicas.

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