Formações e oficinas

A formação reuniu 53 professores de origens diversas: escolas estaduais, municipais, indígenas, do campo e da cidade. Essa pluralidade enriqueceu a experiência, já que a realidade vivida por cada professor influenciou o conteúdo das discussões pedagógicas. Debates, dinâmicas, atividades em grupo, análises de materiais didáticos e exibição de filmes marcaram a semana. Além do trabalho escravo contemporâneo, foram debatidos temas relacionados aos direitos humanos: migração, tráfico de pessoas, processo de ocupação recente da Amazônia e meio ambiente. O debate sobre a questão indígena e as possibilidade de abordagem dessa temática na sala de aula foi muito relevante, pois o município abriga a Terra Indígena Apiaká-Kayabi. A participação do procurador Bruno Teixeira do Ministério Público do Trabalho em Alta Floresta (MT) foi importante por apresentar detalhes das ações de repressão ao trabalho escravo. Os professores demonstraram grande envolvimento com a temática da formação e desenvolveram planos de ação para multiplicar os conhecimentos nas escolas e comunidades.

A equipe do Escravo, nem pensar! retornará mais duas vezes, a cada seis meses, para acompanhar as ações escolares, realizar novas atividades pedagógicas e distribuir materiais didáticos.

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