Formações e oficinas

A formação envolveu 43 professores de 19 escolas da rede estadual e municipal, do campo e da cidade, 4 membros do CEFAPRO e uma representante da ONG FASE. As discussões sobre aspectos da realidade local, como a imigração e a questão agrária, despertaram forte interesse. A oportunidade de reunir escolas que vivem experiências distintas proporcionou um rico e intenso intercâmbio entre os professores, que puderam compartilhar relatos e reflexões. Algumas escola do campo participaram recentemente de um ciclo de oficinas que culminou num concurso cultural, promovido pela Comissão Pastoral da Terra. Com isso, tivemos a chance de divulgar os trabalhos desenvolvidos e as produções didáticas dos alunos, abrindo espaço para que os professores avaliassem a abordagem do tema em sala de aula. O professor Lucidio Egídio de Sales, de Jangada (MT), apresentou para a turma as perspectivas do projeto pedagógico “Educação para Libertação”, selecionado pelo Fundo de apoio a projetos do Escravo, nem pensar!  de 2013.

As rodas de conversa com a agente Elisabete Flores da Comissão Pastoral da Terra em Cuiabá e com o procurador Leomar Daroncho do Ministério Público do Trabalho em Cáceres foram fundamentais para o aprofundamento da discussão.

Por fim, os professores desenvolveram planos de ação visando a multiplicação do tema nas escolas e comunidades. A ideia é que o tema seja incorporado aos currículos e planejamentos.

A equipe do Escravo, nem pensar! retornará mais duas vezes, a cada seis meses, para acompanhar as ações escolares, realizar novas atividades pedagógicas e oferecer materiais didáticos.

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