Formações e oficinas

Participaram da formação 50 professores de escolas do campo e da cidade. Os debates sobre monocultivo da soja, trabalho infantil e migração contagiaram toda a turma, já que tocam diretamente a realidade do município. Contamos com rodas de conversa com auditores do Ministério do Trabalho e Emprego e um membro da Comissão Pastoral da Terra, que relataram casos de aliciamento de trabalhadores e flagrantes de trabalho escravo no Piauí.

Em julho de 2011, houve primeiro encontro de monitoramento dos professores com a equipe do Escravo, nem pensar!. Participantes receberam as novas publicações didáticas do programa e compartilharam as ações sobre trabalho escravo desenvolvidas nas escolas e comunidades

O segundo encontro de monitoramento pedagógico aconteceu em agosto de 2012. A atividade foi muito empolgante, pois quatro escolas apresentaram, por meio de imagens, vídeos, documentos e fotos, os projetos realizados sobre o tema. O destaque ficou por conta da Escola Municipal Benilde Macedo que, apesar de não ter participado originalmente da formação, se mobilizou e desenvolveu uma bela iniciativa com os alunos. O projeto produziu cartazes, repentes, poemas e uma peça teatral sobre o tema. No final do encontro, os professores receberam publicações didáticas do programa.

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