Projetos comunitários

Professores e monitores do Programa Mais Educação formaram grupos de estudo e prepararam uma metodologia com base nos materiais didáticos do Escravo, nem pensar!. Os alunos estudaram o tema a partir de pesquisas em livros e na internet, discussões e vídeos. Fora da sala de aula, colheram dados e depoimentos sobre o trabalho escravo em comunidades rurais e assistiram a uma palestra sobre direitos humanos. Como encerramento, os jovens apresentaram peças teatrais, músicas e danças e expuseram bordados, poesias, banners e camisetas para a escola e a comunidade.

Capacitar para não escravizar

Nos meses de julho e agosto, professores e coordenadores pedagógicos ministraram oficinas de bordado em ponto-cruz. Procuraram difundir a ideia de que, desenvolvendo diferentes conhecimentos e habilidades na escola, os jovens terão mais oportunidades profissionais e estarão menos vulneráveis ao trabalho escravo. Os alunos bordaram o nome do projeto em toalhinhas de rosto exibidas no dia reservado à apresentação de outras atividades do projeto.

Depoimento

Os estudantes representaram os mais diversos temas, como o trabalho escravo e o tráfico de pessoas, e fizeram o público rir e chorar, aproximando com isso a escola da comunidade. Assim, homens e mulheres trabalhadores do campo tiveram a oportunidade de conhecer seus direitos e sonhar com um futuro diferente, principalmente para seus filhos

Dieyme de Oliveira Lima, professora do Programa Mais Educação e responsável pelo projeto

 

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