O povoamento do município faz parte do projeto de ocupação da Amazônia Legal implantado pelo governo federal nos anos 70. Responsável pela colonização do município, a Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná (Sinop) deu nome ao município, trazendo para a região a experiência de formação de 18 cidades. A empresa, representada por Ênio Pipino, instalou uma estrutura de colonização que abrangia a atividade agropecuária e a indústria de transformação.

Ainda hoje o setor agropecuário constitui a principal atividade econômica do município, com destaque para a pecuária e o cultivo de grãos. Porém, no Mato Grosso, flagrantes de trabalho escravo tem ocorrido sistematicamente nesses ramos da produção. Segundo a Comissão Pastoral da Terra , entre 2003 e 2012 foram registrados 3 casos de trabalho escravo em Sinop com 63 libertados, o que coloca o município em 24º lugar na lista de ocorrências de trabalho escravo no Mato Grosso.

Atividades realizadas

Formações e oficinas

Projetos comunitários

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