Com 42 casos de trabalho escravo, o município de Novo Repartimento ocupa a sétima posição na lista nacional de ocorrências de trabalho escravo divulgada pela Comissão Pastoral da Terra. A conversão da floresta em pastagem ou matéria prima para carvoarias é uma realidade do município, que também é comum em outras localidades do Pará Por isso, o estado é um grande polo de atração de trabalhadores. Muitos são aliciados com promessas enganosas de bons empregos e acabam explorados como mão de obra escrava. Entre 2003 e 2012, 156 trabalhadores foram libertados de frentes de trabalho escravo no município, geralmente atuando na expansão da fronteira agrícola.

O município, formado às margens do lago da Usina Hidrelétrica de Tucuruí, é um dos maiores devastadores da floresta Amazônica. Apesar de a lei fixar um limite de 20% para o desflorestamento das propriedades rurais, a maior parte dos proprietários já ultrapassou largamente este limite. Novo Repartimento compõe a lista do Ministério do Meio Ambiente dos municípios que mais desmatam a Amazônia.

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