“Na reforma [trabalhista] nós não temos nenhum item contra o combate ao trabalho escravo, porém alguns dispositivos abrem oportunidades para piorar as condições de trabalho dos trabalhadores. Então, se esses trabalhadores já estavam expostos e vulneráveis, com seus direitos fragilizados, (…) alguns dispositivos tornam essa relação trabalhista ainda mais precária e muito mais assimétrica” destaca Natália Suzuki, coordenadora do programa Escravo, nem pensar!

No dia 12 de setembro, a coordenadora do Escravo, nem pensar!, Natália Suzuki, participou do programa Visão Trabalhista Entrevista, do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região. Na ocasião, foram discutidos os impactos da reforma trabalhista no combate ao trabalho escravo, a volta da publicação por parte do Ministério do Trabalho da lista de transparência de empregadores flagrados se utilizando dessa prática criminosa e os cortes orçamentários nas fiscalizações do Grupo Especial de Fiscalização Móvel.

Confira abaixo a entrevista na íntegra:

Deixe uma resposta

  • (não será publicado)