Escravo, nem pensar! http://escravonempensar.org.br Programa de prevenção ao trabalho escravo Tue, 24 Apr 2018 15:35:00 +0000 pt-BR hourly 1 Haitianos: migração e educação em São Paulo (SP); confira o vídeo http://escravonempensar.org.br/2018/04/haitianos-migracao-e-educacao-em-sao-paulo-sp/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=haitianos-migracao-e-educacao-em-sao-paulo-sp http://escravonempensar.org.br/2018/04/haitianos-migracao-e-educacao-em-sao-paulo-sp/#respond Mon, 23 Apr 2018 15:39:10 +0000 http://escravonempensar.org.br/?p=7425 Escola da periferia da capital é referência por ensino e acolhimento a migrantes. A unidade escolar integra a rede do programa Escravo, nem pensar! O Centro de Educação de Jovens e Adultos (Cieja) Perus I, localizado na zona norte de São Paulo, recebeu e matriculou mais de 200 migrantes haitianos nos  últimos dois anos. Para atender… Leia mais »

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Escola da periferia da capital é referência por ensino e acolhimento a migrantes. A unidade escolar integra a rede do programa Escravo, nem pensar!

O Centro de Educação de Jovens e Adultos (Cieja) Perus I, localizado na zona norte de São Paulo, recebeu e matriculou mais de 200 migrantes haitianos nos  últimos dois anos. Para atender esse público, a escola dedica aulas de português e orientações para a utilização dos serviços públicos na cidade, além de desenvolver atividades culturais para promover a integração dos haitianos com a comunidade local.

A iniciativa do CIEJA Perus I de acolher e elaborar processos de aprendizagem específicos para os haitianos é resultado da formação que educadores da escola tiveram com o projeto “Migração como direito humano: rompendo o vínculo com o trabalho escravo”realizado pelo programa Escravo, nem pensar! (ONG Repórter Brasil), em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, em 2016.

Pelo trabalho que desenvolve atualmente, a  escola recebeu o prêmio “Territórios Educativos 2017”, do Instituto Tomie Ohtake.

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Escolas do Tocantins desenvolverão ações de prevenção ao trabalho escravo http://escravonempensar.org.br/2018/04/escolas-do-tocantins-desenvolverao-acoes-de-prevencao-ao-trabalho-escravo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=escolas-do-tocantins-desenvolverao-acoes-de-prevencao-ao-trabalho-escravo http://escravonempensar.org.br/2018/04/escolas-do-tocantins-desenvolverao-acoes-de-prevencao-ao-trabalho-escravo/#respond Tue, 17 Apr 2018 20:57:35 +0000 http://escravonempensar.org.br/?p=7406 Profissionais da Educação participaram de formação do Escravo, nem pensar! sobre o tema do trabalho escravo em Palmas para a implementação do projeto em 361 escolas de 100 municípios tocantinenses Entre os dias 10 e 12 de abril, o programa Escravo, nem pensar!, da ONG Repórter Brasil, em parceria com a Secretaria de Estado da… Leia mais »

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Profissionais da Educação participaram de formação do Escravo, nem pensar! sobre o tema do trabalho escravo em Palmas para a implementação do projeto em 361 escolas de 100 municípios tocantinenses

Entre os dias 10 e 12 de abril, o programa Escravo, nem pensar!, da ONG Repórter Brasil, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes do Tocantins (Seduc), realizou em Palmas a primeira formação presencial para profissionais da Educação da rede estadual dedicada ao tema do trabalho escravo e assuntos correlatos.

Os participantes receberam materiais didáticos produzidos pelo programa Escravo, nem pensar!

Nessa primeira etapa do projeto foram formados 40 servidores, entre técnicos da Seduc e gestores e técnicos das Diretorias Regionais de Educação (DRE) de Araguaína, Araguatins, Colinas do Tocantins, Gurupi, Palmas, Paraíso do Tocantins, Porto Nacional e Tocantinópolis. Esses profissionais serão responsáveis pela multiplicação dos conteúdos abordados para os educadores de 361 escolas estaduais localizadas em 100 municípios jurisdicionados às 8 DREs participantes. Além dos profissionais da Educação, também compareceu ao evento uma técnica do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador, equipamento ligado à Secretaria de Estado da Saúde.

Na formação, o público participou de atividades pedagógicas, debates, exibição e análise de material impresso e audiovisual e tiveram acesso à metodologia pedagógica do Escravo, nem pensar! para a disseminação do tema nas escolas. Cada participante recebeu um kit de materiais didáticos específicos sobre os temas abordados. O Escravo, nem pensar! também disponibilizou um kit para cada uma das escolas envolvidas no projeto.

“A abordagem do trabalho escravo contemporâneo é pertinente para as escolas do Tocantins, pois a maioria dos nossos alunos está em situação de risco social, passíveis de serem aliciados”, destaca Wesliane de Souza, técnica pedagógica da DRE de Paraíso do Tocantins.

O procurador do Trabalho, Erlan Peixoto, palestrou aos participantes

Os participantes também contaram com a presença do procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT) no Distrito Federal e Tocantins Erlan Peixoto, que contribuiu com experiências pessoais de combate ao trabalho escravo contemporâneo e detalhou as atribuições do MPT no enfrentamento ao crime. O órgão é apoiador do projeto.

Durante toda a execução do projeto, o Escravo, nem pensar! fornecerá assessoria pedagógica à distância aos profissionais formados. Além disso, estão previstos mais dois encontros presenciais ao longo de 2018, nos quais serão debatidos temas correlatos ao trabalho escravo, como tráfico de pessoas, trabalho infantil e o desmatamento da Amazônia. O próximo encontro formativo está previsto para agosto.

“O projeto incidirá nos municípios tocantinenses mais vulneráveis ao aliciamento de trabalhadores para o trabalho escravo. Além disso, a ação atende a metas dos Planos Nacional[1] e Estadual[2] para a Erradicação do Trabalho Escravo”, afirma Natalia Suzuki, coordenadora do programa Escravo, nem pensar!.

Trabalho escravo no Tocantins

O Tocantins é o sétimo colocado no ranking nacional de trabalhadores resgatados do trabalho escravo (3.044 resgatados). Na região Norte, o estado ocupa o 2º lugar[3]. O crime está intimamente ligado a atividades rurais, sobretudo em manutenção de propriedades agropecuárias e produção de grãos, como a soja. O estado também registra alto índice em carvoarias.

O problema não se limita a uma determinada região, mas está disseminado pelo estado. Dos 139 municípios tocantinenses, 81 (58%) já tiveram casos de trabalho escravo registrados, o que torna o estado o terceiro com o maior número de municípios onde a violação já ocorreu, logo atrás de Minas Gerais (92) e Mato Grosso (86).

 

[1] “Promover o desenvolvimento do programa “Escravo, nem pensar!” de capacitação de professores e lideranças populares para o combate ao trabalho escravo, nos estados em que ele é ação do Plano Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo” – meta 41.

[2] “Implementar o projeto ‘Escravo, nem pensar!’ visando a capacitação de professores e lideranças comunitárias em torno do tema” – meta 5.2.4.

[3] Os dados são do Ministério do Trabalho, somados a apurações e sistematização realizadas pela Comissão Pastoral da Terra.

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Escravo, nem pensar! amplia projeto de prevenção ao trabalho escravo no Maranhão http://escravonempensar.org.br/2018/04/escravo-nem-pensar-amplia-projeto-de-prevencao-ao-trabalho-escravo-no-maranhao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=escravo-nem-pensar-amplia-projeto-de-prevencao-ao-trabalho-escravo-no-maranhao http://escravonempensar.org.br/2018/04/escravo-nem-pensar-amplia-projeto-de-prevencao-ao-trabalho-escravo-no-maranhao/#respond Thu, 05 Apr 2018 13:07:19 +0000 http://escravonempensar.org.br/?p=7393 A parceria realizada entre a ONG Repórter Brasil e o governo do Maranhão tem como meta envolver 292 escolas estaduais de 79 municípios na prevenção ao crime Entre os dias 26 e 28 de março, o programa Escravo, nem pensar! iniciou as atividades de formação da segunda edição do projeto de prevenção ao trabalho escravo… Leia mais »

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A parceria realizada entre a ONG Repórter Brasil e o governo do Maranhão tem como meta envolver 292 escolas estaduais de 79 municípios na prevenção ao crime

Entre os dias 26 e 28 de março, o programa Escravo, nem pensar! iniciou as atividades de formação da segunda edição do projeto de prevenção ao trabalho escravo no Maranhão, que será desenvolvido ao longo de 2018. Na ocasião, foi realizada uma formação, em São Luís, para 45 gestores e técnicos da Educação da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) sobre os temas do aliciamento, migração, trabalho escravo e trabalho infantil.

Da esq. p/ dir. Claudinei Rodrigues (Superintendente de Modalidades e Diversidades Educacionais [Supemde] da Seduc), Thiago Casteli (Assessor de projeto do Escravo, nem pensar!), Felipe Camarão (Secretário de Educação), Natalia Suzuki (Coordenadora de projeto do Escravo, nem pensar), Rodrigo Teruel (Assistente de projeto do Escravo, nem pensar!) e Ana Paula Santos e Josilene Brandão (Técnicas da Supemde). Crédito: Lauro Vasconcelos (Seduc)

Nessa edição do programa, participam as Unidades Regionais de Educação (UREs) de Bacabal, Barra do Corda, Caxias, Presidente Dutra, São Luís, Timon, Viana e Zé Doca, que se somam àquelas da primeira edição, realizada entre 2015 e 2016. Essas regiões foram escolhidas por estarem vulneráveis ao aliciamento de trabalhadores para o trabalho escravo. (Para saber mais sobre o primeiro projeto, clique aqui)

Foram convidadas para o encontro entidades do poder público e da sociedade civil engajadas no combate ao trabalho escravo no Maranhão. O público participou de rodas de conversa com o superintendente de Proteção e Defesa dos Direitos Humanos da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular, Jorge Serejo, e a procuradora do Trabalho, Virgínia de Azevedo Neves. Yoná Luma, do Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos de Açailândia, representou a sociedade civil. A atividade ainda contou com a presença de quatro técnicas que participaram do projeto de 2015/2016.

A procuradora do Trabalho, Vírginia de Azevedo Neves, palestrou sobre o papel do MPT no combate ao trabalho escravo no Maranhão

A formação faz parte do projeto realizado pelo programa educacional Escravo, nem pensar!, da ONG Repórter Brasil, e o governo do estado do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Educação, que tem como meta implementar atividades interdisciplinares e projetos pedagógicos sobre o tema do trabalho escravo e assuntos correlatos em 292 escolas estaduais de 79 municípios maranhenses. A ação conta com apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Após a formação, os gestores e técnicos serão responsáveis por formar os educadores das escolas, que por sua vez desenvolverão as atividades com os alunos. O próximo encontro da formação está previsto para junho. Até lá, os participantes contam com assessoria pedagógica à distância do programa Escravo, nem pensar!.

Prevenção ao trabalho escravo no Maranhão

Esta é a segunda edição do projeto Escravo, nem pensar! no Maranhão. Entre 2015 e 2016, mais de 130 mil pessoas foram impactadas pelas ações de prevenção ao trabalho escravo desenvolvidas em 203 escolas de 62 munícipios do estado. Na ocasião, participaram do projeto as UREs de Açailândia, Balsas, Codó, Imperatriz, Santa Inês, São João dos Patos e São Luís.

O Maranhão é o principal emissor de trabalhadores que acabam escravizados em outras regiões do país. Além disso, figura na 5ª posição do ranking nacional de trabalhadores libertados em seu próprio território. Entre 1995 e 2017, 3.335 trabalhadores foram resgatados no estado em atividades como pecuária, carvoarias e lavouras.

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Políticas públicas: A relação de representação entre o Estado e o trabalhador vítima de trabalho escravo http://escravonempensar.org.br/2018/03/politicas-publicas-relacao-de-representacao-entre-o-estado-e-o-trabalhador-vitima-de-trabalho-escravo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=politicas-publicas-relacao-de-representacao-entre-o-estado-e-o-trabalhador-vitima-de-trabalho-escravo http://escravonempensar.org.br/2018/03/politicas-publicas-relacao-de-representacao-entre-o-estado-e-o-trabalhador-vitima-de-trabalho-escravo/#respond Mon, 05 Mar 2018 17:33:27 +0000 http://escravonempensar.org.br/?p=7373 Confira aqui o artigo “Políticas públicas: A relação de representação entre o Estado e o trabalhador vítima de trabalho escravo”, produzido pela coordenadora do programa Escravo, nem pensar!, Natalia Suzuki. O artigo foi publicado na nova coletânea sobre escravidão contemporânea do Ministério Público do Trabalho. Acesse a versão digital da coletânea em: https://goo.gl/5xKLNC

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Confira aqui o artigo “Políticas públicas: A relação de representação entre o Estado e o trabalhador vítima de trabalho escravo”, produzido pela coordenadora do programa Escravo, nem pensar!, Natalia Suzuki.

O artigo foi publicado na nova coletânea sobre escravidão contemporânea do Ministério Público do Trabalho.

Acesse a versão digital da coletânea em: https://goo.gl/5xKLNC

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Assistência Social discute trabalho infantil http://escravonempensar.org.br/2018/03/assistencia-social-discute-trabalho-infantil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=assistencia-social-discute-trabalho-infantil http://escravonempensar.org.br/2018/03/assistencia-social-discute-trabalho-infantil/#respond Fri, 02 Mar 2018 19:36:18 +0000 http://escravonempensar.org.br/?p=7365 Programa Escravo, nem pensar!, da ONG Repórter Brasil, aborda tema do trabalho infantil em formação continuada para assistentes sociais de São Paulo sobre migração e trabalho escravo No Brasil, a Assistência Social desempenha papel central no combate ao trabalho infantil. Os servidores da área atuam no encaminhamento de vítimas a serviços de proteção e acolhimento.… Leia mais »

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Programa Escravo, nem pensar!, da ONG Repórter Brasil, aborda tema do trabalho infantil em formação continuada para assistentes sociais de São Paulo sobre migração e trabalho escravo

No Brasil, a Assistência Social desempenha papel central no combate ao trabalho infantil. Os servidores da área atuam no encaminhamento de vítimas a serviços de proteção e acolhimento. Dentre as crianças e adolescentes suscetíveis a sofrer esse tipo de exploração, encontram-se, além dos brasileiros, os migrantes internacionais, que muitas vezes estão em situação de vulnerabilidade devido à sua condição migratória irregular e/ou falta de políticas públicas direcionadas. Para que os profissionais da rede de Assistência Social possam combater adequadamente o trabalho infantil e outras violações às quais essa população está sujeita, é necessário que ações formativas sejam desenvolvidas, de modo que os servidores sejam capacitados sobre esses temas.

Servidores públicos de São Paulo participam de formação do Escravo, nem pensar!

Pensando nisso, o programa Escravo, nem pensar!, em parceria com a Secretraria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo (SMADS) e com o apoio do Instituto C&A, realizou uma formação para abordar o conceito de trabalho infantil, os mitos que envolvem o problema e a sua relação com o trabalho escravo contemporâneo. O encontro aconteceu na última quinta-feira, dia 1 de março, com a presença de 20 profissionais de 11 Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e 2 Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas).

Na ocasião também foi discutida a nova portaria do Ministério do Trabalho que trata do tema do trabalho escravo, o aumento do fluxo migratório de venezuelanos para o Brasil e os retrocessos representados pelo decreto de regulamentação da nova Lei de Migração.

O encontro faz parte do projeto de formação continuada para servidores da Assistência Social do município de São Paulo, que tem como temas centrais a migração e o trabalho escravo. O objetivo é aprimorar o atendimento ao migrante internacional nos equipamentos da Assistência da capital paulista, especialmente aqueles vulneráveis a situações de trabalho escravo e/ou trabalho infantil. O projeto ainda terá mais dois encontros, que acontecerão ao longo deste ano.

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Projeto de prevenção ao trabalho escravo será implementado na rede estadual de ensino do Tocantins http://escravonempensar.org.br/2018/02/projeto-de-prevencao-ao-trabalho-sera-implementado-na-rede-estadual-de-ensino-do-tocantins/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=projeto-de-prevencao-ao-trabalho-sera-implementado-na-rede-estadual-de-ensino-do-tocantins http://escravonempensar.org.br/2018/02/projeto-de-prevencao-ao-trabalho-sera-implementado-na-rede-estadual-de-ensino-do-tocantins/#comments Fri, 09 Feb 2018 18:20:32 +0000 http://escravonempensar.org.br/?p=7343 Meta é envolver 361 escolas de 100 municípios na prevenção ao trabalho escravo. A ação atende metas dos Planos Nacional e Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo A Repórter Brasil e a Secretaria de Estado de Educação, Juventude e Esportes do Tocantins (Seduc) firmaram parceria para a implementar o projeto Escravo, nem pensar! (ENP!) na rede… Leia mais »

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Meta é envolver 361 escolas de 100 municípios na prevenção ao trabalho escravo. A ação atende metas dos Planos Nacional e Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo

A Repórter Brasil e a Secretaria de Estado de Educação, Juventude e Esportes do Tocantins (Seduc) firmaram parceria para a implementar o projeto Escravo, nem pensar! (ENP!) na rede estadual de ensino do Tocantins. O objetivo é desenvolver, durante o ano de 2018, atividades de prevenção ao trabalho escravo contemporâneo em escolas estaduais do estado. A meta é atingir 361 escolas de 100 municípios vulneráveis à ocorrência de aliciamento de trabalhadores e trabalho escravo. O projeto conta com apoio do Ministério Público do Trabalho e parceria com a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae/Seciju).

Da esquerda p/ direita Edilma Barros (Seciju-TO), Bárbara de Souza (Seciju-TO), Thiago Casteli (Repórter Brasil), Wanessa Zavarese Sechim (secretária de Estado da Educação, Juventude e Esportes) e Rodrigo Teruel (Repórter Brasil) – Foto: Elias Oliveira / Governo do Tocantins

O projeto será realizado por meio de uma formação continuada para gestores e técnicos de oito unidades descentralizadas da Seduc, chamadas de Diretorias Regionais de Educação (DRE), sediadas nos municípios de Araguaína, Araguatins, Colinas do Tocantins, Gurupi, Palmas, Paraíso do Tocantins, Porto Nacional e Tocantinópolis. Com as orientações da equipe do programa, esses profissionais serão responsáveis por multiplicar os conteúdos e a metodologia do projeto para as escolas.

Para o desenvolvimento das ações, o ENP! irá fornecer gratuitamente subsídios digitais e materiais didáticos especializados sobre os temas do projeto (migração, trabalho escravo, tráfico de pessoas e trabalho infantil), além de assessoria pedagógica integral. O primeiro encontro formativo está previsto para março. Serão realizados dois encontros ao longo do ano para acompanhar o desdobramento do projeto e sistematizar os resultados.

“Esse projeto é o primeiro relacionado ao tema do trabalho escravo a ser realizado no Tocantins em nível estadual. O projeto é um exemplo de política pública, pois atende metas dos Planos Nacional e Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo, além do Plano Estadual de Educação do estado. É um marco para o combate ao crime no Tocantins, onde, infelizmente, o trabalho escravo é uma realidade”, afirma Natália Suzuki, coordenadora do programa ENP!. O termo de cooperação técnica foi publicado no Diário Oficial do Estado do Tocantins no dia 26 de dezembro de 2017. O programa já atuou no Tocantins em nível municipal entre 2006 e 2015, com atividades em 14 municípios, envolvendo ao todo 63 escolas e mais de 5 mil pessoas.

O Tocantins é o 6º estado no ranking nacional do trabalho escravo, com 3.025 trabalhadores libertados entre 1995 e 2016, segundo dados sistematizados pela Comissão Pastoral da Terra. Os casos estão concentrados principalmente nas atividades de pecuária, carvoarias e lavouras diversas. A discussão sobre essa violação de direitos humanos põe em destaque também o tema da migração econômica. O tema incide diretamente na realidade das escolas, sobretudo de Ensino Médio, onde é grande a evasão dos jovens. “Queremos entender porque esses estudantes estão saindo da escola, se estão migrando em busca de emprego. É importante discutir políticas públicas que garantam que esses jovens concluam seus estudos”, analisa a secretária de Estado da Educação, Juventude e Esportes, professora Wanessa Zavarese Sechim.

Pesquisa de campo

Entre os dias 29 de janeiro e 1 de fevereiro, Thiago Casteli (assessor de projeto) e Rodrigo Teruel (assistente de projeto) do ENP! iniciaram a fase de pesquisa de campo para o planejamento das atividades formativas do projeto. No dia 29, foi realizada uma oficina técnica em Palmas para os servidores da Seduc, que serão responsáveis por dar apoio à execução do projeto nas DREs. O evento contou com a presença da Secretária Wanessa Sechim. Entre os dias 30 de janeiro e 1 de fevereiro, foram realizadas visitas técnicas a cinco DREs participantes do projeto, Araguaína, Colinas do Tocantins, Palmas, Gurupi e Porto Nacional. Nessas atividades de campo, os representantes do Escravo, nem pensar! apresentaram detalhadamente a estrutura do projeto e coletaram informações sobre a dinâmica do trabalho pedagógico das Regionais, estrutura das escolas e conhecimentos prévios sobre os temas do projeto.

Equipe do Escravo, nem pensar! apresenta o projeto para os profissionais da Seduc – Foto: Elias Oliveira / Governo do Tocantins

Política pública

Após 10 anos implementando formações de educadores em municípios do Brasil afora, o programa ENP! desenvolveu, em 2015, no Maranhão o primeiro projeto de prevenção ao trabalho escravo em escala estadual. A iniciativa atingiu mais de 130 mil pessoas, em 203 escolas de 62 municípios (confira aqui). O projeto foi implementado, a seguir, nas redes estaduais do Pará (2016/2017) e da Bahia (2017). Com essa parceria, o governo do Tocantins é o quarto estado a atender a meta 41 do Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo: “Promover o desenvolvimento do programa “Escravo, nem pensar!” de capacitação de professores e lideranças populares para o combate ao trabalho escravo, nos estados em que ele é ação do Plano Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo”, além de cumprir a meta 5.2.4. do seu Plano Estadual: Implementar o projeto ‘Escravo, nem pensar!’ visando a capacitação de professores e lideranças comunitárias em torno do tema.

Thiago Casteli (assessor de projetos do Escravo, nem pensar!) e a equipe da DRE de Colinas do Tocantins

Técnicos da DRE de Palmas assistem à apresentação do projeto.

Rodrigo Teruel (assistente de projeto do Escravo, nem pensar!) visita a DRE de Porto Nacional – Foto: Divulgação / Governo do Tocantins

Rodrigo Teruel durante apresentação do projeto para a equipe de Gurupi – Leila Novais / Governo do Tocantins

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Programa Escravo, nem pensar! realiza estudo de campo no Maranhão http://escravonempensar.org.br/2018/02/programa-escravo-nem-pensar-realiza-estudo-de-campo-no-maranhao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=programa-escravo-nem-pensar-realiza-estudo-de-campo-no-maranhao http://escravonempensar.org.br/2018/02/programa-escravo-nem-pensar-realiza-estudo-de-campo-no-maranhao/#respond Wed, 07 Feb 2018 13:40:11 +0000 http://escravonempensar.org.br/?p=7314 Visitas técnicas foram realizadas em regiões do Maranhão vulneráveis ao aliciamento e exploração de trabalhadores. Ação integra o projeto de prevenção ao trabalho escravo da ONG Repórter Brasil em parceria com a Secretaria de Estado da Educação Entre os dias 22 e 25 de janeiro, a equipe do Escravo, nem pensar! realizou estudo de campo… Leia mais »

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Visitas técnicas foram realizadas em regiões do Maranhão vulneráveis ao aliciamento e exploração de trabalhadores. Ação integra o projeto de prevenção ao trabalho escravo da ONG Repórter Brasil em parceria com a Secretaria de Estado da Educação

Entre os dias 22 e 25 de janeiro, a equipe do Escravo, nem pensar! realizou estudo de campo na capital São Luís e no interior do Maranhão para a realização de atividades da segunda edição do projeto de prevenção ao trabalho escravo no estado – a primeira foi realizada em 2015 e 2016 (confira aqui os resultados). O objetivo foi planejar as etapas do projeto e entrevistar gestores e técnicos dos polos regionais da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) participantes.

Thiago Casteli se reúne com a equipe do setor pedagógico da URE Viana

Por meio do projeto, escolas da rede estadual desenvolverão, neste ano, atividades de prevenção ao trabalho escravo com alunos e pessoas da comunidade. A abordagem desse tema integra o currículo oficial da rede estadual de Educação desde 2017. O projeto será desenvolvido por meio de formação continuada da equipe do Escravo, nem pensar! com profissionais responsáveis pela formação de professores de oito territórios administrativos, chamados de Unidades Regionais de Educação (URE), da Seduc. Esses profissionais serão responsáveis por multiplicar a proposta para os educadores das escolas.

Para aprofundar o conhecimento sobre a realidade local, Thiago Casteli (assessor de projetos) e Rodrigo Teruel (assistente de projetos) visitaram cinco municípios maranhenses vulneráveis ao aliciamento de trabalhadores para o trabalho escravo. Na ocasião, foram visitadas as UREs de Bacabal, Caxias, Timon, Viana e São Luís.

Rodrigo Teruel apresenta o projeto na URE Caxias

A atividade fez parte da pesquisa de campo realizada pelo programa com o objetivo de identificar os efeitos da migração forçada, o aliciamento e problemas correlatos afetam a rotina das escolas e a vida dos estudantes do Maranhão. O estado é o principal local de origem de trabalhadores resgatados do trabalho escravo no território nacional. Além disso, os representantes do Escravo, nem pensar! coletaram informações sobre a metodologia de formação continuada de professores realizada em cada URE.

Sobre o projeto

A iniciativa, realizada em parceria com a Seduc, tem como objetivo promover a discussão sobre o tema do trabalho escravo e assuntos correlatos, como migração, tráfico de pessoas e trabalho infantil, na rede estadual de ensino do Maranhão. As atividades educativas acontecerão, em 2018, em escolas gerenciadas pelas UREs de São Luís, Bacabal, Barra do Corda, Caxias, Presidente Dutra, Timon, Viana e Zé Doca. A meta é envolver 292 escolas de 79 municípios maranhenses na prevenção ao trabalho escravo. Na primeira etapa, realizada entre 2015 e 2016, mais de 130 mil pessoas foram impactadas, dentre alunos, professores e pessoas da comunidade extraescolar. A parceria com o Governo do Maranhão foi firmada em solenidade com a presença do governador Flávio Dino, em dezembro de 2017. O projeto conta com apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Ministério Público do Trabalho (MPT).

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Escravo, nem pensar! realiza terceiro encontro de formação continuada para educadores da Bahia http://escravonempensar.org.br/2017/12/escravo-nem-pensar-realiza-terceiro-encontro-de-formacao-continuada-para-educadores-da-bahia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=escravo-nem-pensar-realiza-terceiro-encontro-de-formacao-continuada-para-educadores-da-bahia http://escravonempensar.org.br/2017/12/escravo-nem-pensar-realiza-terceiro-encontro-de-formacao-continuada-para-educadores-da-bahia/#respond Mon, 18 Dec 2017 20:26:10 +0000 http://escravonempensar.org.br/?p=7300 Nos dias 13 e 14 de dezembro, o programa Escravo, nem pensar realizou o terceiro encontro da formação continuada sobre o tema do trabalho escravo e assuntos correlatos para gestores e técnicos da Educação da rede pública do estado da Bahia. O encontro teve como objetivo sistematizar e avaliar os resultados das atividades preventivas ao… Leia mais »

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Nos dias 13 e 14 de dezembro, o programa Escravo, nem pensar realizou o terceiro encontro da formação continuada sobre o tema do trabalho escravo e assuntos correlatos para gestores e técnicos da Educação da rede pública do estado da Bahia. O encontro teve como objetivo sistematizar e avaliar os resultados das atividades preventivas ao trabalho escravo realizadas em escolas das regiões de Barreiras, Santa Maria da Vitória e região metropolitana de Salvador.

participantes reunidos para foto com o procurador Ilan Fonseca (terceiro da esq. p/ dir.), Gilca Garcia (segunda da esq. p/ dir.) e Josinélia Chaves (terceira da esq. p/ dir.)

Na ocasião, estiveram presentes profissionais dos três Núcleos Territoriais de Educação (NTE) participantes e servidores da Secretaria da Educação do Estado da Bahia (Sec), parceira do projeto. Além do conteúdo conceitual apresentado pela equipe do Escravo, nem pensar, o público participou de uma roda de conversa com o procurador Ilan Fonseca, do Ministério Público do Trabalho (MPT). O evento também contou com a presença de Josinélia Chaves, da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte – Setre/Bahia (Setre) e Gilca Garcia de Oliveira, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que palestraram sobre o combate ao trabalho escravo no estado.

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Escravo, nem pensar! terá segunda etapa no Maranhão em 2018 http://escravonempensar.org.br/2017/12/escravo-nem-pensar-tera-segunda-etapa-no-maranhao-em-2018/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=escravo-nem-pensar-tera-segunda-etapa-no-maranhao-em-2018 http://escravonempensar.org.br/2017/12/escravo-nem-pensar-tera-segunda-etapa-no-maranhao-em-2018/#respond Fri, 08 Dec 2017 12:33:23 +0000 http://escravonempensar.org.br/?p=7274 ONG Repórter Brasil e Secretaria de Educação renovam compromisso para ampliar prevenção ao trabalho escravo em mais 383 escolas de 79 municípios maranhenses A segunda etapa do projeto Escravo, nem pensar!, da ONG Repórter Brasil, será implementada no Maranhão ao longo de 2018. A primeira edição, que aconteceu entre 2015 e 2016, preveniu mais de… Leia mais »

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ONG Repórter Brasil e Secretaria de Educação renovam compromisso para ampliar prevenção ao trabalho escravo em mais 383 escolas de 79 municípios maranhenses

Da esquerda para direita: secretário de Educação Felipe Camarão (terceiro), secretário de Direitos Humanos e Participação Popular Francisco Gonçalves (quarto), governador Flávio Dino (centro) e Natália Suzuki, coordenadora do ENP! (oitava) – Foto: Nael Reis/Ascom

A segunda etapa do projeto Escravo, nem pensar!, da ONG Repórter Brasil, será implementada no Maranhão ao longo de 2018. A primeira edição, que aconteceu entre 2015 e 2016, preveniu mais de 130 mil pessoas do trabalho escravo, em 62 municípios vulneráveis do estado. A renovação do projeto foi feita em São Luís (MA) no encerramento do Seminário Mais IDH, dedicado à avaliação de políticas do estado em municípios vulneráveis. O termo de compromisso foi assinado pela Repórter Brasil e a Secretaria de Educação, com a presença do governador do estado, Flávio Dino.

O novo projeto incluirá 383 escolas de 79 municípios, gerenciadas pelas Unidades Regionais de Educação de Bacabal, Barra do Corda, Caxias, Zé Doca, Presidente Dutra, São Luís, Timon e Viana. A ação conta com o apoio da Organização Internacional do Trabalho.

“É um compromisso que o governo do Maranhão assumiu de priorizar políticas sociais. Nós assumimos um documento com várias estratégias, inclusive o Plano Mais IDH, e assinamos também a segunda edição da campanha de combate ao trabalho escravo, para que em nossas escolas, em todo nosso território, possamos esclarecer as pessoas sobre os seus direitos e dar condições integrais de trabalho”, afirmou o governador.

Governador Flávio Dino atesta a importância do projeto de prevenção ao trabalho escravo no Maranhão – Foto: Nael Reis/Ascom

Para Natália Suzuki, coordenadora do programa Escravo, nem pensar!, “é fundamental que o tema do trabalho escravo, assim como o seu combate, seja inserido numa agenda mais ampla de defesa de direitos humanos, uma vez que essa prática indigna e inaceitável está arraigada em estruturas socioeconômicas consolidadas há décadas. Para romper isso, é preciso tratar questões de fundo como a situação de vulnerabilidade ainda presente em muitas comunidades maranhenses”.

Sociedade civil e servidores públicos avaliam medidas para elevação do IDH e prevenção ao trabalho escravo nos municípios maranhenses – Foto: Nael Reis/Ascom

 

Com informações da Agência de Comunicação do governo do estado do Maranhão. Saiba mais aqui.

 

 

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Como abordar o tema do trabalho escravo na escola? http://escravonempensar.org.br/2017/12/como-abordar-o-tema-do-trabalho-escravo-na-escola/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-abordar-o-tema-do-trabalho-escravo-na-escola http://escravonempensar.org.br/2017/12/como-abordar-o-tema-do-trabalho-escravo-na-escola/#respond Tue, 05 Dec 2017 11:51:02 +0000 http://escravonempensar.org.br/?p=7255 Escolas de Campinas (SP) participantes do projeto Escravo, nem pensar! articulam discussão sobre trabalho escravo com conteúdos das disciplinas. Ação fortalece o currículo escolar e fomenta práticas de Educação em Direitos Humanos O debate sobre o tema do trabalho escravo não é fundamental no ambiente escolar somente para alertar crianças e jovens, ou seja, os futuros… Leia mais »

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Escolas de Campinas (SP) participantes do projeto Escravo, nem pensar! articulam discussão sobre trabalho escravo com conteúdos das disciplinas. Ação fortalece o currículo escolar e fomenta práticas de Educação em Direitos Humanos

O debate sobre o tema do trabalho escravo não é fundamental no ambiente escolar somente para alertar crianças e jovens, ou seja, os futuros trabalhadores, sobre os riscos do trabalho escravo. A temática suscita reflexões críticas a respeito de questões sociais contemporâneas, como direitos trabalhistas e fluxos migratórios atuais por meio dos processos de aprendizagem. A abordagem do trabalho escravo pode ser feita a partir da sua inclusão no currículo escolar.

Isso permite que os professores articulem os conteúdos obrigatórios das disciplinas com a temática em questão. Em História, por exemplo, as distinções e semelhanças entre a escravidão dos períodos colonial e imperial e o trabalho escravo contemporâneo podem ser trabalhadas de forma comparativa. Já um professor de Geografia, por sua vez, pode relacionar os atuais fluxos migratórios internos e internacionais ao aliciamento de trabalhadores para situações de trabalho escravo.

O programa Escravo, nem pensar! da Repórter Brasil apresenta, no vídeo “Trabalho escravo no currículo escolar”, a experiência da inserção do trabalho escravo no conteúdo programático em escolas do município de Campinas. Os educadores problematizam o desafio de tratar temas relevantes com seus alunos, mas que não estão previamente previstos no currículo. Contudo, apontam a urgência de lidar com essas questões e a pertinência de contextualizá-las em seus conteúdos, como forma de atualizar as suas aulas e atender a “missão” de formar cidadãos. Essas escolas participaram de um projeto formativo realizado pelo programa, em parceria com a Diretoria de Ensino Campinas Oeste, entre agosto de 2016 e junho de 2017. A ação mobilizou 1.325 professores e 18.304 alunos de 42 escolas estaduais, além de 1.455 pessoas da comunidade, totalizando 21.084 pessoas engajadas na prevenção ao trabalho escravo.

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