Formações e oficinas

A formação reuniu 36 professoras de escolas municipais do campo e da cidade no auditório do pólo da Universidade Federal do Maranhão. Durante o encontro, representantes do Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos de Açailândia (CDVDH) e da ONG Justiça nos Trilhos compartilharam informações sobre alguns problemas socioambientais no Maranhão. Já as procuradoras do Trabalho Christiane Nogueira e Virgínia Saldanha detalharam as atuais formas de combate ao trabalho escravo. Com os conhecimentos construídos na formação, os professores refletiram sobre a realidade local e identificaram diversos casos de aliciamento de trabalhadores no município.

O primeiro encontro de monitoramento aconteceu em setembro de 2012, no qual os professores puderam compartilhar as experiências educativas realizadas nas escolas, comentar algumas dificuldades e propor novas ideias. Os professores receberam os novos materiais didáticos do programa para subsidiar suas atividades. Além disso, o educador do programa vistou a Escola Municipal João Silva para uma conversa com alunos que estudaram o trabalho escravo em sala de aula.

O segundo e último monitoramento pedagógico teve papel de sistematização da experiência formativa iniciada em 2011 e de retomada da discussão conceitual sobre aliciamento, trabalho escravo e formas de abordagem do tema nas escolas. Devido à rotatividade do corpo docente da rede municipal, o grupo de referência foi modificado e novos representantes escolares foram convidados para essa nova atividade. Assim, o grupo foi composto por 20 coordenadores pedagógicos de oito escolas e oito membros da nova gestão da Secretaria Municipal de Educação.

Apesar de concluída as atividades presenciais, o Escravo, nem pensar! dará apoio pedagógico remoto por tempo indeterminado às escolas do município.

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